• “SERTÃO: É DENTRO DA GENTE,
    O SERTÃO ESTÁ EM TODA A PARTE

     

    Publicado em 1956, Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, revolucionou a literatura brasileira e segue despertando o interesse de renovadas gerações de leitores em uma história de amor, sofrimento, violência e alegria.

    Grande sertão: veredas

    João Guimarães Rosa

    Esta nova edição conta com novo estabelecimento de texto, cronologia ilustrada, indicações de leituras e célebres textos publicados sobre o romance, incluindo um breve recorte da correspondência entre Clarice Lispector e Fernando Sabino e escritos de Roberto Schwarz, Walnice Nogueira Galvão, Benedito Nunes, Davi Arrigucci Jr. e Silviano Santiago. Dispostos cronologicamente, os ensaios procuram dar a ver, ao menos em parte, como se constituiu essa trama de leituras.

    A capa do volume é reprodução da adaptação em bordado do avesso do Manto da apresentação, do artista Arthur Bispo do Rosário, com nomes dos personagens de Grande sertão: veredas. O projeto gráfico conta ainda com desenhos originais de Poty Lazzarotto, que ilustrou as primeiras edições do livro.

     

     

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  • Leia os textos de nosso blog:

    Editando "Grande sertão: veredas": as ilustrações de Poty Lazzarotto

    Editando "Grande sertão: veredas": o estabelecimento de texto

    Editando "Grande sertão: veredas": a fortuna crítica

    Bia Lessa e as adaptações de "Grande sertão: veredas"

    As bordadeiras e a arte por trás da nova edição de "Grande sertão: veredas"

  • Grande sertão: veredas, um projeto mais que especial.

    Após uma visita ao IEB/USP, onde está parte do acervo de João Guimarães Rosa, surge um encantamento pelo seu material de pesquisa. Seus cadernos de campo com desenhos e anotações, seu profundo conhecimento da fauna e flora regional registrados em datiloscritos com correções e observações de um olhar atento — tudo é muito impressionante. Que pesquisa inspiradora! Agora é hora de mergulhar na região onde se passa a saga, apegar-se àquele jeito mineiro, àquela mata de cerrado, ao som dos animais, à cultura local, às artesãs. O bordado não saía da cabeça, ora pela simplicidade rústica, ora pelo ofício comum ao sertão.

     

    Texto escrito por Alceu Chiesorin Nunes, retirado do Blog da Companhia. Leia na íntegra aqui.

  • Edição de colecionador (bordada)

    Esta edição foi feita em um acabamento especial em capa dura com baixo relevo e costura aparente, e a guarda é feita de papel artesanal da Moinho Brasil, de cana-de-açúcar, com impressão em silk screen. O bordado inspirado no avesso do Manto da apresentação, do artista Arthur Bispo do Rosário, com os nomes dos personagens do romance vestirá o livro feito uma sobrecapa. E uma faixa vermelha de fechamento com botão feito artesanalmente pela Quiari Marcenaria envolve o exemplar. O livro é entregue em uma caixa feita de buriti por uma rede de artesãs do sertão. Foram vendidos apenas 63 exemplares, em comemoração aos 63 de publicação da primeira edição da obra. Eles foram numerados, tanto no bordado quanto no livro.

  • “No ano de 1956 se publica Grande sertão: veredas, romance escrito por Guimarães Rosa. Como um monstro, ele emerge intempestivamente na discreta, ordeira e suficientemente autocentrada vida cultural brasileira, então em plena euforia político-desenvolvimentista."

    Silviano Santiago, em “Cabo das Tormentas”​

  • JOÃO GUIMARÃES ROSA

    Nasceu em Cordisburgo (MG) em 1908 e morreu no Rio de Janeiro, em 1967. Diplomata e médico, estreou na literatura com o volume de poemas Magma, em 1936. Autor de Sagarana e Corpo de baile, é um dos escritores mais aclamados da língua portuguesa.